terça-feira, 15 de setembro de 2009

A COLUNA

Se alguma coisa não for feito, por parte de algum dirigente que represente seu clube, o futebol carioca está iniciando sua extinção.
Com certeza um clube (na melhor das hipóteses) cairá este ano, onde um lá, já luta para voltar - o Vasco. O fato de um time ser rebaixado, de certa forma, não demonstra a perda da sua grandeza. No entanto, seguidamente sua repetição o apequena. Obviamente, que não apaga seus títulos e glórias do passado, porém não renova sua torcida. E este sim é o divisor de águas.

Um clube sem torcida não se sustenta. Invariavelmente, surge algumas instituições que chegam - até com alguma facilidade - onde muitas lutam por alcançar, é o caso do São Caetano. Time que durante algum tempo, brigou de igual por títulos com outras grandes potências do futebol brasileiro, mas sucumbiu e voltou a ser o que era, um clube sem apelo.

Uma instituição que beira o sarcófago é o Botafogo, do Rio de Janeiro. Diferentemente, do São Caetano que nunca foi grande, o Botafogo foi um dos maiores times que o Brasil já presenciou. Mas, o fato de não conquistar títulos faz com que não renove seu torcedor e assim, acabará como o São Caetano - esquecido, se não mudar radicalmente sua forma de pensar o futebol. E outro que segue seu caminho, também um carioca, é seu coirmão Fluminense. Que não aprendeu a lição quando esteve na terceira divisão do Campeonato Brasileiro e neste ano, comprou novamente o ingresso para a segundona.

Por: Márcio Reichert

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